Site lança aplicativo que ‘entrega’ políticos corruptos

“O futuro do Brasil está em nossas mãos”. O jargão popular que aparece em períodos eleitorais para reforçar a importância de os cidadãos exercerem o direito de votar nas eleições gerais ganhou ainda mais significado às vésperas do pleito de 2018.

 

Com Agências

 

A “temporada eleitoral” se aproxima e saber mais sobre os possíveis candidatos ficou muito mais simples. É que o Instituto Reclame Aqui e a agência de publicidade Grey lançaram, na última semana, um aplicativo que possibilita ao eleitor de qualquer lugar do Brasil verificar se o político foi condenado ou responde a processos na justiça.

 

O “Detector de Corrupção” está disponível para celulares Android e Iphone e, após a instalação, basta tirar uma foto de um santinho ou da imagem do político em um vídeo. Além disso, também é possível fazer a busca pelo cargo ocupado ou nome. Após este procedimento, o eleitor terá disponível, na tela do celular, uma lista de processos judiciais que constam contra o político.

 

Informações sobre pré-candidatos à Presidência da República, aos Governos e ao Senado já constam entre as informações do aplicativo, já na primeira atualização. No total, o “Detector de Corrupção” possui 850 políticos cadastrados e a previsão é que, até o mês de agosto, todos os nomes de candidatos aos cargos nas eleições deste ano estejam inseridos.

 

Ainda não há informações disponíveis sobre quem já deixou o cargo, como o ex-deputado Eduardo Cunha, assim como ainda não estão atualizadas as informações sobre políticos que deixaram o cargo para concorrer às eleições,como é o caso do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckimim.

 

A ferramenta é atualizada e monitorada por uma equipe composta por quatro jornalistas. Todas as informações são levantadas nos sites dos Ministérios Públicos e também nos Tribunais de Justiça, além de informações oficiais, públicas e privadas divulgadas pelo Superior Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunais Regionais Federais (TRFs) e Tribunais de Justiça (TJs).

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