Eleições 2018: Políticos tradicionais são varridos nas urnas

Beto Richa, Dilma, Jucá e mais 43 alvos da Lava Jato acabam derrotados nas urnas

                                                                 

Com Poder360

 

O ex-presidente Dilma Rousseff (PT-MG), presidente do Senado Eunício Oliveira (MDB-CE) e presidente nacional do MDB Romero Jucá (MDB-RR) não conseguiram se eleger em 2018. © Roberto Stuckert Filho O ex-presidente Dilma Rousseff (PT-MG), presidente do Senado Eunício Oliveira (MDB-CE) e presidente nacional do MDB Romero Jucá (MDB-RR) não conseguiram se eleger em 2018.

 

A eleição de 2018 deixou políticos tradicionais de fora do cenário nacional. Os resultados apontam renovação nos cargos, principalmente no Senado. Dos 33 senadores que tentaram a reeleição, somente 8 conseguiram votos para voltar a Casa.

 

Entre os políticos tradicionais que foram varridos nas urnas na tentativa de ocupar uma vaga no Senado, estão:

   

Ox-presidente Dilma Rousseff (PT-MG), que liderava as pesquisas no Estado com 23% no último Ibope;

   

Presidente do Senado, senador Eunício Oliveira (MDB-CE);

   

Presidente nacional do MDB, senador Romero Jucá (MDB-RR), derrotado por menos de 500 votos;

   

Vice-presidente do Senado, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB);

   

O ex-senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que liderava a pesquisa no Estado e viu seus votos declinarem na última semana;

   

Senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que esteve no cargo por 16 anos;

  

Deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE), ex-governador de Pernambuco, deputado federal desde 2011;

   

Deputado federal Mira Teixeira (Reder), que esteve na Câmara por 11 mandatos, com apenas uma interrupção, entre 1983 e 1987;

  

Chico Alencar (Psol), deputado federal por 4 mandatos consecutivos;

   

Senador Lindbergh Faria (PT), 1 dos líderes do PT, que ocupava o cargo desde 2011 e estava em 3º nas últimas pesquisas;

   

Senador cassado Delcídio Amaral (PTC-MS);

   

Deputado federal Edison Lobão (MDB), ex-ministro de Minas e Energia no governo Lula;

  

Deputado federal André Moura (PSC-SE), líder do governo na Câmara;

   

Deputado federal Silvio Costa (Avante-PE), 1 dos defensores de Dilma na Câmara;

   

Deputado federal Sarney Filho (PV), ex-ministro o Meio Ambiente;

   

Deputado federal Alfredo Nascimento (PR-AM), ex-ministro dos Transportes no governo Lula e de Dilma;

   

Deputado federal Alex Canziani (PTB), que está em seu 5º mandato;

   

Deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), que foi líder do PSDB na Câmara em 2017;

Deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), ex-ministro das Cidades;

Deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA), que está em seu 6º mandato;

Deputado federal Nilson Leitão (PSDB-MT), que teve 2 mandatos consecutivos na Câmara;

Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA);

Angela Portela (PDT-RR), que tentava seu 2º mandato;

Ex-prefeito Décio Lima (PT), fundador do PT em Santa Catarina;

Paulo Bauer (PSDB-SC), senador desde 2011;

O senador Magno Malta (PR-ES), 1 dos aliados do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL);

Senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que ocupa o cargo desde 2011;

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM);

Senador Valdir Raupp (MDB-RO), que ocupa o cargo desde 2003;

Ex-governador Beto Richa (PSDB-PR), alvo de busca e apreensão da 53° fase da operação Lava Jato em 11 de setembro e solto 4 dias depois.

Ex-governador Raimundo Colombo (PSD-SC), réu por prática de caixa 2 na campanha de 2014;

Ex-governador Marconi Perillo (PSDB-GO), que estava em 2º nas pesquisas até agosto e terminou em 5º.

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