Raquel Dodge vai cobrar do PT devolução de R$ 20 milhões doados a Lula

No fim de julho, em entrevista coletiva, Raquel disse que cobraria o ressarcimento de recursos públicos usados nas campanhas de candidatos inelegíveis No fim de julho, em entrevista coletiva, Raquel disse que cobraria o ressarcimento de recursos públicos usados nas campanhas de candidatos inelegíveis

O PT doou até esta quinta-feira 20 milhões de reais para a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto, o líder nos 139 repasses feitos pela legenda até agora a seus candidatos nas eleições de outubro, mostram dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

 

Com Congresso em foco

 

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, deve pedir nesta terça-feira (4) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que mande o PT devolver R$ 20 milhões do fundo eleitoral doados à candidatura do ex-presidente Lula. Até o momento, campanha gastou R$ 14,4 milhões com programas de rádio e TV. As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

 

A possibilidade de devolução dos recursos chegou a ser ventilada durante o julgamento que negou o registro ao petista, mas não chegou a ser apreciada pelos ministros. Preso desde abril, Lula foi barrado pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa por ter condenação em órgão colegiado (TRF-4) por corrupção e lavagem de dinheiro.

 

No fim de julho, em entrevista coletiva, Raquel disse que cobraria o ressarcimento de recursos públicos usados nas campanhas de candidatos inelegíveis. A procuradora-geral também é chefe do Ministério Público Eleitoral.

No julgamento que terminou na madrugada de sábado, os ministros deram o prazo de dez dias para que o PT indique um novo candidato a presidente. O partido, porém, resiste a retirar Lula do páreo e já anunciou que vai recorrer até o último momento para manter sua candidatura.

 

Mesmo assim, o vice, Fernando Haddad, tem intensificado a campanha e deve ser confirmado nos próximos dias como novo candidato do partido. A substituição tem provocado divergências internas. Uma ala da legenda defende que a troca seja feita logo para que o eleitorado tenha tempo de conhecer Haddad. Outro grupo prefere protelar a decisão.

 

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