Juiz libera acusado de assaltar banco para fazer concurso da PM

O site O RELATO, publicou a reportagem quando ele foi preso (veja aqui)

 

Com o Diário do Poder

 

Luís Carlos Rodrigues de Oliveira foi preso e para a policia é suspeito (ainda não houve julgamento) de realizar o assalto a um carro forte na BR 343, em Campo Maior, no último dia 23 de novembro, o assalto a um carro forte em Coelho Neto (MA) em 01 de novembro desse ano, além da explosão de caixas eletrônicos nos municípios de Demerval Lobão no dia 16 de dezembro de 2016, Francinópolis, São Féliz, Santa Cruz dos Milagres, Castelo do Piauí e Cabeceiras. Ele foi autorizado pela Justiça do Piauí, na última terça-feira (24), a deixar a prisão para realizar um teste físico do concurso público da Polícia Militar do Estado do Maranhão, nesta sexta-feira (27), sob escolta policial.

A decisão é do juiz Lirton Nogueira Santos, da Comarca do município de José de Freitas-PI, que acolheu parcialmente o pedido de liminar sob o argumento de que Luís Carlos Rodrigues de Oliveira “é pai de um filho de 11 anos de idade e possui esposa acometida com grave enfermidade e, ainda por ter sido convocado para realizar um teste de aptidão física no concurso da Polícia Militar do Maranhão”.

O magistrado negou liminar para conceder prisão domiciliar a Luís Carlos, mas concedeu a saída temporária, para que ele deixe a Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter), onde está preso, para participar da etapa do concurso da PM maranhense, que acontece às 19h desta sexta-feira.

Geralmente, concursos para policiais exigem a ficha criminal limpa para aprovação de candidatos. O que pode tornar nulo todo o esforço do acusado e os custos do Estado com a transferência.

Sobre a prisão domiciliar, Lirton Nogueira Santos decidiu aguardar manifestação do promotor de Justiça. Mas, na mesma sentença, revogou a prisão do suposto comparsa do detento concurseiro, Alexandre Martins Braz. Ambos foram presos há cerca de um mês, em um sítio na estrada de José de Freitas, que fica a 68 km de Teresina.

Durante a prisão da dupla, a polícia matou outros dois suspeitos, que de acordo com informações d a Secretaria Estadual de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), teriam reagido à abordagem. Entre as vítimas, estava José Carlos da Silva, vulgo “Bara”, que possuía registro de prisões pela acusação de assaltar com uso de explosivos.

Veja abaixo a decisão:

 

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